domingo, 3 de janeiro de 2016

anticoncepcionais

Achei interessante compartilhar com vocês o que o médico gineco me disse sobre anticoncepcionais.
Eu tomava o gestinol 28 sem pausa, porém fiz 42 e agora  não é mais indicado pelos riscos que traz, o meu médico disse que esse tipo de anticoncepcional me deixava nervosa por que causa uma espécie de inchaço no cérebro, por retenção de líquido.

Eu disse que não queria DIU, nem implante, nem injeções de hormônio, então me receitou o Qlaira, me dei bem, agora menstruo somente 2 dias, sem cólica, nem desconforto, ele disse que posso manter esse até 47 anos sem problemas. Como não fumo, não bebo e tenho uma rotina saudável não corro tanto risco com ele. Percebi que estou bem mais tranquila.

Alternativa natural para candidíase

Olá meninas gostaria de compartilhar uma experiência interessante.
Esses dias minha imunidade caiu e tive um episódio de candidíase, tomei dose única de fluconazol e nada de melhorar, apliquei pomada de fluconazol e nada de melhorar, até que fui pesquisar os benefícios do gengibre.

Apliquei ducha com chá de gengibre em temperatura morna, interna e externamente na região íntima, nossa, na terceira aplicação desapareceu tudo, curou, acabaram a ardência e a coceira.

Na primeira aplicação os sintomas já somem após cerca de 10 minutos, então vale muito a pena. A sensação que sentimos após a aplicação é de limpeza e frescor, como se tivesse aplicado uma pomada mentolada.

Para meio litro de água fervendo, coloque 3 pedaços pequenos descascados de gengibre, deixe esfriar até ficar morno e só depois aplique. Pode-se molhar  pedaços de algodão para fazer a higienização externa durante o dia, sempre que sentir necessidade.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Centro que tem cura espiritual

Olá meninas, segue um centro espírita que minha mãe visitou e participou da sessão de cura como médium que incorpora Dr.Augusto, ela adorou e já sentiu grande melhora na infecção urinária. O centro é muito sério e bem organizado visitem o site e participem das sessões de cura.

http://tems.com.br/

TEMPLO ESPIRITUAL MARIA SANTÍSSIMA

Rua dos Italianos, 812 – Bom Retiro São Paulo – Brasil
Cep 01131-000
Tel.: 55 (11) 3354-1500

Cura para o Câncer

Pesquisador acredita que substância desenvolvida na USP cura o câncer

'A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer', diz.
Pacientes entraram na Justiça para obter cápsulas em São Carlos, SP.

Do G1 São Carlos e Araraquara
Gilberto Orivaldo Chierice coordenou as pesquisas com a fosfoetanolamina sintética (Foto: Reprodução/EPTV)Gilberto Chierice coordenou as pesquisas com a fosfoetanolamina sintética (Foto: Reprodução/EPTV)
Um professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) acredita que conseguiu desenvolver uma substância que pode curar o câncer. Gilberto Orivaldo Chierice coordenou por mais de 20 anos os estudos com a  fosfoetanolamina sintética, que imita uma substância presente no organismo e sinaliza células cancerosas para a remoção pelo sistema imunológico. “A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer”, disse o especialista.
Como mostrou o G1, a droga era fornecida gratuitamente em São Carlos, mas uma portaria da universidade proibiu a distribuição até o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pacientes que tinham conhecimento dos estudos entraram na Justiça para obter as cápsulas. Procurada, a Anvisa disse que não identificou um processo formal para a avaliação do produto em seus registros e que não houve por parte da instituição de pesquisa nenhuma iniciativa ou atitude prática no sentido de transformar o produto em um medicamento. Segundo a agência, para obter o registro, além da requisição, é preciso apresentar documentos e análises clínicas.
Mas, de acordo com Chierice, a substância, também conhecida como fosfoamina, não chegou ao mercado por “má vontade” das autoridades. Ele disse que procurou a Anvisa quatro vezes e foi informado que faltavam dados clínicos. "Essa é a alegação de todo mundo. Mas está cheio de remédios neste país que não têm dados clínicos", desabafou.
Pediu então à agência um hospital público onde pudesse realizar novos testes - os pesquisadores afirmam que, nos anos 90, a substância foi testada em um hospital de Jaú -, mas contou que não obteve retorno. A Anvisa nega que tenha sido procurada formalmente.
Ação
O professor aposentado explicou que, com a ingestão das cápsulas, as células cancerosas são mortas e o tumor desaparece entre seis e oito meses de tratamento. "Mas é evidente que um caso é diferente do outro", afirmou, reforçando que o período pode variar de acordo com cada sistema imunológico.
Contou ainda como a substância age e afirmou que já há outro país interessado em fabricá-la. “Nós podemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional porque já está começando a aborrecer ficar todo esse tempo tentando e não conseguir”, disparou na entrevista, concedida ao repórter Rafael Castro e reproduzida a seguir.
EPTV - Que substância é essa? 
É a combinação de uma substância muito comum, utilizada em muitos xampus de cabelo, chamada monoetanolamina, e o ácido fosfórico, que é um conservante de alimentos. A combinação dessas duas substâncias gera uma substância chamada fosfoetanolamina, que é um marcador de células diferenciadas, que são as consideradas células cancerosas.
EPTV - Como ela age no organismo?
Essa substância nós mesmos fabricamos dentro das células de músculo longo e no fígado, no retículo endoplasmático. Então, não podemos chamar de produto natural porque é sintetizado, mas o seu organismo já fabrica com o mesmo propósito: defender você durante todo o tempo da sua vida de células que se diferenciam.
EPTV - Na prática, essa substância reforça a que a gente já tem? Como ela age na célula cancerosa?
Primeiro, ela passa do trato digestivo para o sistema sanguíneo, vai até o fígado e forma uma reação junto com o ácido graxo. O que é esse ácido graxo? É a substância que vai alimentar o tumor. É a energia do tumor. E ela entra junto com essa substância dentro da célula. Quando ela entra, essa célula está relativamente parada, ou seja, a organela principal dela, chamada mitocôndria, está parada. Ela obriga a mitocôndria a trabalhar e, quando ela obriga, ela se denuncia para o sistema imunológico e a célula é liquidada, é a chamada apoptose (veja o processo no vídeo abaixo).
 EPTV - A eficácia da substância foi mais evidente em algum tipo de tumor?
Os tumores têm células parecidas no seu mecanismo, chamadas de anaeróbicas. Células de tumor anaeróbico, todas elas cediam pela ação da fosfoamina.
EPTV - Não houve um tipo de tumor em que a eficácia foi maior?
Não é possível fazer essa medida porque, primeiro, nós não somos médicos. Teria que ter uma parceria com o médico para ele mostrar a eficácia de cada um. Isso nunca foi feito. 
EPTV - Tem alguma contraindicação? A cápsula tem que ser ingerida antes de a pessoa fazer quimioterapia?
Não existe “antes” porque ela não funciona como coadjuvante. Se você detona o sistema imunológico da pessoa, os resultados não são bons porque a ação da fosfoamina necessita que o sistema imunológico esteja intacto. Se existir uma quimioterapia que não destrói o sistema imunológico, perfeito, pode ser combinado.
EPTV - O senhor tem uma ideia de quantas pessoas foram beneficiadas por essa substância nos últimos 20 anos?
Nos últimos tempos nós fazíamos cerca de 50 mil cápsulas por mês. Isso equivale, a 60 cada pessoa, a 800 pessoas ou próximo de mil pessoas por mês. Agora quantas pessoas foram beneficiadas eu não sou capaz de dizer porque muitas delas, que eram pacientes terminais, estão aí, vivas. Então não sei dizer quantas pessoas foram curadas.
EPTV - O senhor publicou esse estudo em diversas revistas científicas. Quantas no total?
Hoje eu suponho que há de nove a dez trabalhos nas melhores revistas de oncologia do mundo, que são revistas internacionais, junto com o pessoal do [Instituto] Butantan, e explicam o mecanismo de ação da fosfoamina.
Se não for possível aqui,
a melhor coisa é outro
país fazer porque beneficiar
pessoas não é por bandeira.
A humanidade precisa
de alguém que faça alguma
coisa para curar os
seus males."
Gilberto Chierice, pesquisador
EPTV - Houve interesse de outro país nessa fórmula. O que pode acontecer?
Nós podemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional porque já está começando a aborrecer ficar todo esse tempo tentando e não conseguir, criam dificuldades que eu não sei explicar. Eu sou um homem de ciência de 25 anos, eu não sou nenhum amador e, por não ser amador, eu conheço os trâmites das coisas, como funciona. Se não for possível aqui, a melhor coisa é outro país fazer porque beneficiar pessoas não é por bandeira. A humanidade precisa de alguém que faça alguma coisa para curar os seus males.
EPTV - A cura do câncer existe?
Não só pela fosfoamina, deve existir por uma dezena de outras coisas, mas a fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer.  
EPTV - E por que a aprovação está demorando tanto? Por que a Anvisa está demorando tanto para liberar?
A razão é muito simples: eu acho que existe uma má vontade. Porque, se existisse boa vontade, isso já tinha sido aplicado em hospitais do governo, como dados experimentais, fase I, fase II, fase III, tudo isso já está pronto. Agora o que falta é dentro das normas da lei, os dados clínicos, assim me disseram na Anvisa todo esse tempo. Eu acho que existe uma má vontade.
[A cura do câncer existe] Não
só pela fosfoamina, deve
existir por uma dezena de
outras coisas, mas a fosfoamina está aí, à disposição, para
quem quiser curar câncer.
Gilberto Chierice, pesquisador
EPTV - E, enquanto essa "má vontade" continuar, muita gente com a doença, e a cura está mais próxima do que muita gente imagina, não é?
É, eu penso que sim. A cura está bem mais perto. E se dissessem ainda que falta aprimorar alguma coisa, teria que ser aprimorado daqui para frente, não daqui para trás. Daqui para trás está tudo pronto.
EPTV - Essa substância é a cura do câncer?
Eu acredito que sim, eu acredito que sim. Não só essa como um monte delas que poderiam vir de derivados.
Entenda o caso
No dia 17, o G1 mostrou que pacientes com câncer brigam na Justiça para que a USP forneça cápsulas de fosfoetanolamina sintética. De acordo com usuários, familiares e advogados, a substância experimental acumula resultados satisfatórios no combate à doença, inclusive com relatos de cura, mas não possui registro junto à Anvisa e, por isso, só está sendo entregue por decisão judicial.
A droga, cuja cápsula é produzida por menos de R$ 0,10, levou ao surgimento de discussões na internet e um morador de Santa Catarina que a distribuía gratuitamente foi preso. Em entrevista aoG1Carlos Kennedy Witthoeft afirmou que está "com a consciência em paz”.
Durante uma visita a São Carlos (SP), ele contou como conheceu a substância, apontada por pesquisadores como um tratamento alternativo para o câncer, por que quis doá-la e o que aconteceu após ser preso e indiciado por falsificação de medicamento. "Não tem como mensurar o que a gente sentia a cada pessoa que vinha falar que estava curada", disse.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Endometriose pode ser combatida pela Vitamina D3

Meninas tentantes,

Continuo minhas pesquisas, essa semana assisti a esses vídeos muito importantes. Assistam 

a importância da vitamina D3 para doenças como endometriose, canceres, psoríase, alzeimer, esclerose multipla entre outras. Segundo Dr.Lair Ribeiro todos temos deficiência de d3.

Quando eu descobri o mioma que eu tinha eu morava em São Paulo, e quase não me expunha ao sol, onde ele atingiu 6cm, e quando os médicos queriam tirar o meu útero. Mudei para Belo Horizonte e lá faz sol todos os dias é raro chover ou ter um dia nublado, eu me expunha bastante ao sol, foi exatamente na época em que comecei a perceber a diminuição do meu mioma, hoje em dia ele está calcificando e já quase não existe mais. Minha endometriose continua inexistente, então depois que assisti esses vídeos comecei a perceber que a vitamina d3 pode ter me trazido a cura.

Agora moro em São Paulo novamente e depois de ver esses vídeos, já entrei com a suplementação da vitamina d3 e pretendo fazer o exame da mesma para ver como estou e publicar aqui.

Estou fazendo a suplementação já há alguns dias, meu marido também, já percebemos uma melhora na qualidade do nosso sono. Meu pai tem degeneração macular séria, as injeções que ele está tomando no olho não estão adiantando de nada, ele já começou a suplementação de vitamina d3 publicarei posteriormente os resultados aqui.



http://www.youtube.com/watch?v=_9-gJ0RIJ20
http://www.youtube.com/watch?v=B0QEc7gToZQ

livro sobre vitamina d

http://editorafundamento.com.br/autores/nao-ficcao/michael-f-holick/vitamina-d.html#.UvwpTvldXw8

A vitamina D e a reprodução humana

Publicado em 7 de junho de 2013 por Clínica Fecondare



A vitamina D é um hormônio que atua em diferentes órgãos do organismo, sendo responsável principalmente pela absorção do cálcio e pela formação do osso, mas também tem um papel importante na saúde reprodutiva tanto do homem quanto da mulher. Existem dois tipos de vitamina D (D2 e D3) e ambas são produzidas com o auxílio da luz ultra-violeta que recebemos diariamente; o tipo D3 ainda pode ser obtido na alimentação, por meio de peixes gordurosos, por exemplo.


Sua relação com a reprodução está sendo estudada e algumas associações já foram bem estabelecidas. Pesquisas recentes destacam que a presença dessa vitamina se associa positivamente à velocidade e à movimentação dos espermatozoides, enquanto que sua deficiência está associada à baixa produção de testosterona e também de espermatozoides – essa última presente mesmo quando a quantidade de testosterona no organismo masculino esteja normal.

A sua deficiência no organismo feminino associa-se à síndrome dos ovários policísticos. Ela afeta o metabolismo da insulina, a produção das células que se tornarão os óvulos e ainda se associa à obesidade, que são componentes importantes no desenvolvimento da doença. Sua quantidade insuficiente no organismo também se associa à endometriose, à “TPM” e à cólica menstrual; em relação especificamente à gestante, relaciona-se ao aumento do risco de pré-eclâmpsia (doença grave que acontece no final da gestação), diabetes gestacional e ao aumento da necessidade de cesariana. 
Considera-se ainda um papel colaborador desse hormônio no sucesso da fertilização in vitro (técnica de reprodução assistida em que o óvulo e o espermatozoide são unidos em laboratório e posteriormente colocados no útero para se desenvolver).
Em relação à saúde fetal, os níveis maternos suficientes da vitamina se associam ao seu adequado desenvolvimento e crescimento, influenciando sobre o seu peso ao final da gestação.
Os benefícios creditados à vitamina D levaram à hipótese de que sua reposição em determinadas condições relacionadas à saúde reprodutiva poderia ser benéfica, apesar de não estar totalmente aceita pela literatura científica. De toda forma, já está sendo usada por médicos especialistas em reprodução humana e pode ser considerada durante o tratamento de infertilidade de forma complementar.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Novas descobertas sobre a causa da endometriose.

Novos descobrimentos sobre a endometriose
Os estudos mais recentes apontam para uma nova possibilidade de que ao confirmar-se a causa da endometriose podem-se abrir novas opções para tratamentos definitivos e, quem sabe, até mesmo para a cura desta doença.
 

Estes estudos, feitos por cientístas da Universidade de Liverpool, revelam que uma enzima poderá ser a responsável pela endometriose: a telomerasa.
Esta enzima é libertada por células no interior do útero nos últimos momentos do ciclo menstrual nas mulheres que sofrem de endometriose. Não se encontra com facilidade no corpo, vive nas capas internas do útero e em algumas células especiais, como as do esperma e as células cancerígenas. A sua influência sobre as células associa-se à capacidade de estas se reproduzirem indefinidamente.
Dharani Hapangama, um dos autores da investigação, explicou que “as células do interior do útero são únicas e podem produzir esta enzima nos primeiros momentos da menstruação. Contudo, as mulheres que padecem de endometriose produzem esta enzima em ambos os momentos do ciclo menstrual. Isto significa que as células continuam a dividir-se e a perder a função de favorecer uma gravidez”.
De acordo com o cientista, a ação prolongada da enzima faz com que o útero se torne mais hóstil e as células, que aparecem na última fase do ciclo menstrual, fiquem mais agressivas e com uma maior capacidade de sobreviverem, de implantarem-se fora do útero e de provocarem dor.


Para realizar o estudo, os científicos ingleses avaliaram 29 mulheres que sofriam de endometriose e outras 27 livres desta doença. A ambos os grupos foram realizadas biopsias do tecido uterino em diferentes fases do ciclo menstrual, com a finalidade de determinar a presença e o comportamento da enzima telomerasa.

O tratamento contra uma doença incurável
O grande problema desta patologia é que não tem uma cura definitiva, daí a importância que tem qualquer descobrimento sobre a sua causa. No entanto, existem muitos tratamentos para diminuir a dor e favorecer uma gravidez.
  • Tratamento para a dor. Se os sintomas são leves pode ser que só sejam necessários analgésicos. Se a mulher quer ficar grávida, os médicos recomendam que vá tentando num período máximo de seis meses. Se não conseguir é porque será necessário um tratamento mais rigoroso.
  • Tratamento hormonal. Este tratamento é mais eficaz quanto menos tumores houverem. Existem várias hormonas usadas para este tratamento, incluindo uma combinação de estrogeneo e progesterona, como as pílulas anticonceptivas, a progesterona, a danocrina (hormona masculina), etc.
As pílulas anticonceptivas controlam o crescimento do tecido que reveste o útero e, frequentemente, diminuem a quantidade do fluxo menstrual. Uma vez que a mulher deixa de tomá-las, volta a sua capacidade de ficar grávida, no entanto, os sintomas da endometriose também podem reaparecer.
A danocrina é o tratamento mais comum. O problema é que as mulheres que seguem este tratamento não podem ficar grávidas pois podem prejudicar o feto.
Os agonistas da gonadotropina evitam que o organismo produza certas hormonas e, deste modo, evitam a menstruação. Sem menstruação o crescimento da endometriose reduz-se ou acaba mesmo. Recomenda-se que as mulheres sigam este tratamento durante seis meses, depois dos quais o corpo começará a ter períodos de novo e poderão voltar a engravidar. O problema é que cerca de metade das mulheres voltam a sofrer de endometriose.
  • Tratamento cirúrgico. Esta é a melhor opção para as mulheres com uma endometriose extensa e que sofrem de dores fortes. Pode-se levar a cabo uma laparoscopia mediante a qual se extraem os tumores e os tecidos afectados. A finalidade é tratar a endometriose sem danificar o tecido saudável que está em volta. A recuperação de uma laparoscopia é muito mais rápida do que numa cirurgia maior, como a laparotomia.
Existe uma série de tratamentos alternativos, cuja eficácia ainda não foi comprovada a cem por cento. Entre outros, a medicina tradicional chinesa, os planeamentos nutricionais (certas medidas dietéticas e a ingestão de alguns nutrientes que ajudam a reduzir o excessivo sangramento menstrual), a hemeopatia e a terapia imunológica.
Como enfrentar a endometriose?
É muito duro aceitar que sofre desta doença para a qual não há uma cura definitiva e que pode afectar a nossa fertilidade. Pode sentir-se triste, ter medo, ficar confusa, etc. Para conseguir superar tudo isto é muito importante receber o apoio de toda a família e aprender tudo o que pode sobre a doença. Para além disto, deve estar atenta aos novos avanços que se vão alcançando, pois podem, a qualquer momento, descobrir um tratamento definitivo. Fale com as pessoas certas acerca daquilo que sente e contacte com outras mulheres que já passaram pelo mesmo.

Cura espontânea de tumores

Achei muito bacana este estudo que nos mostra que uma cura espontânea é possível.
fonte: http://br.noticias.yahoo.com/curas-espont%C3%A2neas--como-elas-acontecem--143148888.html?page=1

Curas espontâneas, como elas acontecem?
Sem remédios, cirurgias nem tratamentos, e em alguns casos inclusive sem explicação. Assim algumas doenças são curadas, aliviadas, melhoram ou desaparecem, ou então alguns de seus sintomas e lesões, de forma natural, abrindo novos caminhos de investigação para a medicina e novas esperanças para os pacientes.

Embora tenham sido relatados casos de câncer de pele e de rim que sumiram e de neuroblastoma, um tumor infantil pouco usual, que desapareceram sem serem tratados, a maioria dos casos de câncer que desaparecem sozinhos, no que se conhece como cura espontânea, é considerada "uma raridade clínica", segundo de “The New York Times'” (NYT).

O jornal americano repercutiu um estudo realizado na Noruega e publicado em “The Archives of Internal Medicine”, que sugere que inclusive o câncer de mama invasivo, em algumas ocasiões, poderia desaparecer sem tratamento e em uma quantidade significativa de pacientes.

Neste estudo, comandado pelos médicos H. Gilbert Welch, Per-Henrik Zahl e Jan Maehlen, foram comparados dois grupos de mulheres de entre 50 e 64 anos de idade, em dois períodos de seis anos consecutivos cada um.

Em um dos grupos havia 109.784 mulheres, que foram estudadas entre 1992 e 1997 e as quais fizeram uma só mamografia; no outro havia 119.472, que foram analisadas entre 1996 e 2001 e que fizeram uma mamografia a cada dois anos.

Tumores em retrocesso
Segundo os pesquisadores, o resultado esperado era que em ambos os grupos se tivessem detectado quantidades similares de cânceres de mama, seja no final ou durante os períodos de estudo.

Mas ficou comprovado que no grupo que fez mamografia regularmente 1909 mulheres tinham sido diagnosticadas com câncer de mama invasivo em seis anos, e no grupo submetido a uma só mamografia houve 1564 mulheres com o mesmo diagnóstico no mesmo lapso de tempo.

Embora haja outras explicações para este fenômeno, para o médico Welch, da Escola de Medicina Geisel em Dartmouth (EUA), a explicação mais provável é que "algumas mulheres têm um tumor em um momento de sua vida e depois não o têm", ou seja, que seus tumores desapareceram.

Embora alguns especialistas rejeitem ou desprezem a ideia de uma cura espontânea, outros profissionais como o médico Robert M. Kaplan, da Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (EUA), expressou seu interesse sobre este estudo.

"Se outras pesquisas confirmarem estes resultados, em um futuro poderia ser possível que algumas mulheres optassem pela denominada "observação ou tratamento expectante", que inclui o controle periódico do tumor mamário para comprovar se ele cresce", declarou Kaplan ao “NYT”.

Por sua vez, uma equipe espanhola averiguou o motivo de alguns tumores desaparecerem totalmente ou seu tamanho se reduzir notavelmente, sem nenhuma intervenção terapêutica convencional, e suas conclusões foram publicadas nas revistas científicas “European Journal of Gastroenterology & Hepatology” e “Digestive Disease Sciences”.

Os autores revisaram os casos de regressões espontâneas (totais ou parciais e não atribuíveis à cirurgia ou tratamento oncológico) de tumores, compilados na literatura médica entre 1978 e 2007, constatando que é um fenômeno mais comum nos hepato-carcinomas (cânceres de fígado) que em outros tumores e que estes casos são mais frequentes do que se acreditava.

Segundo o hepatologista Bruno Sangro, da Clínica Universitária de Navarra (Espanha), coordenador deste trabalho, calcula-se que a regressão parcial ocorre entre dois e quatro casos de cada mil, e que de 1% a 2% dos pacientes podem experimentar algum tipo de regressão, na qual o tumor encolhe ou diminui.

Segundo os autores deste estudo, nas regressões poderiam intervir fatores imunológicos, que permitem que o paciente desenvolva uma potente resposta defensiva contra a doença e o ritmo de crescimento do tumor, já que quando este cresce rápido demais, não lhe dá tempo para tecer uma rede de vasos sanguíneos eficaz o bastante para nutri-lo.


Diabetes "de ida e volta"
Embora não possa ser considerada estritamente uma cura espontânea, um novo estudo dirigido pelo médico Edward Gregg, dos Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, em inglês), demonstrou que embora a regressão do diabetes seja muito pouco frequente seria possível consegui-la mudando o estilo de vida.

Nesta pesquisa, uma em cada nove pessoas com diabetes conseguiu recuperar seu nível normal ou "pré-diabético" de açúcar no sangue, após seguir um programa no qual os participantes ingeriam entre 1.200 e 1.800 calorias diárias e praticavam atividade física pelo menos três horas por semana.

Depois de um ano, 11,5% dos participantes conseguiu uma redução do diabetes, pelo menos parcial, ou seja, que seus níveis de glicose no sangue se normalizassem sem que tomassem remédios. No grupo de controle, que não seguiu um programa intensivo de dieta e exercício, as reduções ocorreram em apenas 2% dos casos.

"Acredita-se que depois que o diabetes aparece, não há volta, nem redução nem cura, mas mudar para uma dieta saudável, um estilo de vida ativo e com controle do peso, facilita o manejo da doença e poderia ajudar a suspender a medicação e reduzir o risco de complicações", segundo Gregg, autor principal do estudo.

Por outro lado, algumas crianças menores de cinco anos diagnosticados de algum transtorno do espectro autista (TEA) perdem os sintomas, ao se tornarem maiores, segundo uma pesquisa financiada pelos Institutos Nacionais de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH, em inglês) e comandada pela médica Deborah Fein, da Universidade de Connecticut-Storrs.

Esse estudo foi feito com 34 crianças e adolescentes que receberam um diagnóstico precoce de autismo e agora não apresentam sintomas, 44 com características autistas muito acentuadas, como a incapacidade emocional e atraso na aprendizagem, e outras 34 com um desenvolvimento normal do TEA, todas elas de entre oito e 21 anos de idade.

Apesar deste estudo não apresentar informação sobre a porcentagem de crianças diagnosticadas com autismo que poderiam perder os sintomas, segundo seus autores ele pode ajudar a esclarecer se as mudanças nas crianças assintomáticas se devem a uma normalização de sua função cerebral ou se seus cérebros foram capazes de compensar as dificuldades relacionadas a este problema.

"Embora normalmente o diagnóstico do transtorno do espectro autista não desapareça com o tempo, as conclusões obtidas neste relatório indicam que existe uma pequena porcentagem de casos em que se consegue superar este problema", segundo o diretor do NIMH, Thomas R. Insel.

















sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Fruta em pó

 Gostaria que fizessem melão em pó seria ótimo para quem tem endometriose e miomas, leiam bem interessante

 Fruta em pó pode ser armazenada e não estraga

Lauren Kelly Wickman
Fruta em pó pode ser armazenada e não estraga
O grupo espanhol decidiu estudar a melhor forma de obter produtos mais duráveis, mas que conservem a maioria das propriedades das frutas originais. [Imagem: UPV]
Consumo de frutas
Especialistas recomendam comer pelo menos cinco porções de frutas e vegetais por dia.
Cada porção pesa 80 gramas.
No entanto, a realidade é bem diferente, já que estamos testemunhando um declínio gradual do consumo de frutas e vegetais, especialmente entre as crianças.
Esta é uma das razões que fizeram uma equipe de pesquisadores de Valência (Espanha) desenvolverem novos produtos que possam promover o consumo de frutas.
Frutas em pó
O principal fator que afeta a estabilidade e a vida útil das frutas é o seu alto teor de água.
Assim, o grupo espanhol decidiu estudar a melhor forma de obter produtos mais duráveis, mas que conservem a maioria das propriedades das frutas originais.
Para isso, eles aplicaram técnicas de liofilização, também chamadas de secagem por congelamento (freeze-drying), e secagem por atomização (spray drying).
Kiwi, morango e toranja foram os primeiros frutos a literalmente virar pó.
A ideia é usar o pó de frutas para polvilhar em outros alimentos, ou como um ingrediente funcional em sucos, purês, leite ou chá.
Outro produto que a tecnologia pode criar são fatias de frutas secas, adequadas para lanches, muito mais saudáveis do que os salgadinhos.
Pronto para vender
Segundo Nuria Martínez Navarrete, pesquisadora da Universidade Politécnica de Valência, o consumo de frutas é baixo porque as frutas frescas duram apenas alguns dias.
E isto está em desacordo com nosso estilo de vida atual, que em muitas ocasiões nos impede de fazer compras diariamente.
É por isso, segundo a pesquisadora, que consumimos mais alimentos processados, produtos que são de longa duração e fáceis de preparar.
Esta tendência pode mudar graças a projetos como este, tão logo os resultados sejam transferidos para as empresas de alimentos.
Toranja em pó
Os resultados da pesquisa mostram que a liofilização conserva os compostos bioativos que são responsáveis pelos efeitos benéficos que a toranja tem sobre nossa saúde, também mantendo sua propriedade antioxidante.
De acordo com os pesquisadores, cada 100 gramas de toranja fresca produz entre 10 e 15 gramas de toranja em pó.
Metade dessa dose poderia temperar uma porção de salada.
Ou, acrescentando 85 mililitros de água, pode render suco equivalente a meia toranja.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Apesar da endometriose, cuide-se, valorize-se


Apesar da endometriose nos atrapalhar bastante, nos preocupar, mexer com nosso humor e por vezes nos deixar arrasadas com uma tremenda baixa auto estima, fiz aqui um post de roupas lindas pra você  dar aquela arrasada, vestidinhos, macacões, blusas com recortes diferentes que valorizam o corpo e o colo feminino.

É muito bacana se olhar no espelho e se sentir bonita com uma roupa nova, receber elogios das amigas, do marido, do namorado e deixar pra lá aquela "deprê" chata.

O bom humor,  sentir-se tranquila e bem consigo mesma são atitudes importantes no caminho da cura, evite o stress.
Minha sugestão é, quando você estiver de baixo astral, desentoque-se, arrume-se e vá para a rua dar uma passeada, uma vitrinada, garanto que vai se sentir outra.

Separei estes modelos da Miss Sirena e da Hang loose que você encontra na loja abaixo, aproveite pois vem verão aí e está tudo em oferta com frete grátis.





Macacão Hang Ten Tay Day